Câmara aprova MP 936 que possibilita redução de jornada e salários

Com aprovação na Câmara, MP 936 que propõe redução de jornada de trabalho e salários integra o texto do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda

A Câmara dos Deputados aprovou na quinta-feira (28) a Medida Provisória 936, que compõe o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. Com isso, o texto possibilita, entre outros fatores, a redução de jornada de trabalho e dos salários de trabalhadores mediante o pagamento de um benefício, em função da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Redução de jornada de trabalho e salários

O deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), relator do texto, foi o responsável por fazer a alteração. Agora, por exemplo, está previsto que uma recomposição maior do que a prevista originalmente, além da expansão da exigência de negociação coletiva para a suspensão temporária do contrato de trabalho, e normas especiais para gestantes.

Mais alterações

Além desta, mais quatro destaques aprovados trouxeram novas alterações ao texto final da MP 936.

De acordo com a Agência Câmara de Notícias, um dos destaques manteve a regra de cálculo do benefício prevista na MP original, baseada no seguro-desemprego, descartando assim a alteração do relator para que fosse a média dos três últimos salários, limitando a três salários mínimos.

Outro destaque autorizado retirou a necessidade de assessoramento do sindicato na homologação da rescisão contratual durante o estado de calamidade pública.

Agora a MP segue para o Senado.

Prorrogação da MP 936

Mais cedo, também na quinta (28), o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), prorrogou por 60 dias a validade da MP 936, que autoriza a redução de jornada dos trabalhadores com redução proporcional do salário e a suspensão total do contrato de trabalho durante a pandemia de Covid-19.

O ato foi publicado do Diário Oficial da União (DOU). A MP, publicada em 1º de abril, perderia a validade no fim deste mês, caso não fosse postergada.

Vale ressaltar que não pode haver nova prorrogação, e o Congresso precisa aprovar a medida para que esta se torne lei de fato.

Fontes: Forbes e UOL

*Foto: Divulgação

Agora analistas financeiros projetam retração em torno de 6% no PIB

Cada vez mais pessimistas analistas financeiros afirmam que tombo do PIB em 2020 pode ser de 5,89%, sendo a 15ª vez consecutiva que a projeção cai

Os analistas financeiros estão mais pessimistas sobre o mercado, em relação à queda no desenvolvimento econômico do Brasil, que é a maior a cada semana.

Na última segunda-feira (25), foi publicado o Boletim Focus, que apontava que o Produto Interno Bruto (PIB) de 2020 deve demonstrar uma contração de 5,89%, na última semana, já a estimativa de queda era de 4,11%. As porcentagens apresentadas levam em consideração a pandemia causada pelo novo coronavírus no país, que acarreta na incerteza quanto à paralisação de atividades econômicas.

Para o ano que vem, a projeção que os analistas financeiros enxergam é de um crescimento de 3%. Sem contar que esta foi a 15ª vez seguida que a previsão de resultado da economia para este foi revisada.

A crise provocada pelo avanço da Covid-19 afetou o Brasil em um ano que se estimava uma recação da economia, que dava indícios de recuperação da crise vivida entre 2015 e 2016. No começo deste ano, antes da pandemia chegar por aqui, os especialistas projetavam um crescimento econômico em torno de 2,3%.

Posição dos analistas financeiros

A projeção feita pelos analistas financeiros é pior do que a do governo. Hoje, o Ministério da Economia prevê recessão de 4,7%, em um panorama em que o período de isolamento social acabe nos próximos dias. Nas contas da equipe econômica, cada semana a mais de paralisação causa uma queda de 0,7% no PIB deste ano.

Além disso, se a previsão do mercado financeiro para o resultado da economia nacional se confirmar, a queda do PIB de 2020 será maior ainda do que a registrada em 2016, ano do impeachment da então presidente Dilma Rousseff. Na ocasião, a economia retraiu 3,3%.

Com a evolução do coronavírus, estados e municípios seguem incertos entre endurecer as regras, caso do lockdown no Pará e no Maranhão, e no megaferiado em São Paulo, ou começar a abrir a economia, como já dá indícios o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, com relação à volta do futebol e a reabertura do comércio.

Economia em inflação

A crise da doença reflete na economia a cada dia sendo mais deflacionária, em função da queda da demanda e do poder aquisitivo do consumidor.

De acordo com os economistas consultados pelo Banco Central (BC) para o boletim do Focus, foram reduzidas novamente as projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, que mede a inflação oficial no país. E, consequentemente, com demanda menor, os preços não aceleram tanto.

Vale lembrar que economistas ouvidos pela UOl na primeira quinzena do mês também enxergam uma retomada em ritmo mais lento (relembre aqui).

A previsão para o indicador saiu de 1,59% para 1,57% no ano, abaixo da meta traçada, que é de 4% e também abaixo da margem de tolerância, que varia entre 2,5% e 5,5% para este ano. Em abril, o resultado do IPCA trouxe deflação de 0,31% pela primeira vez na história o indicador deste mês é negativo. Para 2021, a projeção para inflação caiu de 3,30% para 3,25%.

Já a projeção do dólar subiu para R$ 5,40 ao fim do ano. A moeda norte-americana segue sua escalada e, na última semana, fechou o pregão negociada a R$ 5,57, momento da divulgação do vídeo de uma reunião ministerial de abril, autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello.

Fonte: Revista Veja

*Foto: Divulgação / Bruna Prado

As lives do mercado financeiro em tempos de pandemia

Desde março o universo das finanças teve de mudar seu foco em função da pandemia do novo coronavírus. Com isso, surgiram as lives do mercado financeiro. Todas as empresas do setor foram “obrigadas” a se reinventar de uma hora para outra. Os donos dessas corretoras que não queriam falar nos meios digitais, agora estão falando e acalmando os novos investidores que estão passando pelo seu primeiro grande crash da bolsa.

Lives do mercado financeiro

O conteúdo das lives do mercado financeiro englobam entrevistas e depoimentos de empresários e executivos de companhias, membros do alto escalão do governo, líderes do Congresso, gestores e economistas, tanto brasileiros, quanto estrangeiros, e até mesmo médicos.

As transmissões têm sido bastante visualizadas nos últimos dois meses e são uma tentativa das empresas reafirmarem suas marcas e negócios neste momento de turbulência inédita. O conteúdo mistura informações do setor com inspiração, que pode ser encarado como uma espécie de autoajuda de grande nível.

Objetivos

Além das lives ajudarem os investidores e, principalmente, os novos em meio à pandemia de Covid-19, em transmissões ao vivo com os grandes figurões do mercado financeiro, o objetivo dessa ferramenta interativa é que o cliente sinta-se cada vez mais bem informado e seguro a ponto de não pensar em tirar seu dinheiro aplicado por conta dessa onda de medo que assola o país e o mundo.

No caso de pessoas renomadas desse meio que antes se recusavam a falar com jornalistas, agora decidiram falar. É o caso do gestor Rogério Xavier, da corretora carioca SPX, que só no mês de março apareceu em cinco lives, conversando com Safra, Itaú Personnalité, BTG Pactual, Vitreo e Eleven Financial Research.

O modus operandi logo tomou fôlego. A empresa XP, por exemplo, por meio de seu fundador Guilherme Benchimol, conversou ao vivo com empresários, como os presidentes da Caixa, Eletrobras e CSN. O que começou com acesso limitado a 10 mil pessoas, hoje estas lives são 100% públicas no YouTube, com direito à divulgação de agenda com antecedência para jornalistas e clientes. De março até o momento, a XP já transmitiu mais de 70 vídeos dedicados à pandemia de Covid-19, que resultaram 1,4 milhão de visualizações, conforme explicou Karel Luketic, chefe do marketing da empresa, em entrevista à revista Época:

“Essa crise fez com que a gente desse um salto exponencial em nossa presença digital, acelerando nossa produção de conteúdo. Temos mais de 30 analistas produzindo lives, estamos numa força-tarefa.”

Rede de contatos

Para convencer figuras importantes a participar das lives, os próprios executivos abrem a rede de contatos, como Marcelo Flora, sócio responsável pelo BTG Pactual Digital. Ele revelou que os sócios de áreas ociosas neste momento de crise, como a que coordena a oferta de ações por companhias estreantes na Bolsa, passaram a dedicar parte de seu tempo à convocação de clientes de peso para a grade de programação de transmissões ao vivo. Até André Esteves, sócio fundador da empresa, tem auxiliado com sua rede de relacionamentos e ainda concedeu sua primeira entrevista ao vivo ao canal de seu banco.

As corretoras e os bancos dizem que os entrevistados não recebem para aparecer nas lives, que a aceitação vem da rede de contatos mesmo. Entre os que toparam participar estão figuras importantes, como o diretor executivo global da Kraft Heinz, Miguel Patricio; o fundador da Oaktree Capital e guru de Wareen Buffet, Howard Marks; e o veterano influente dos mercados Mark Mobius. Sobre este último, Flora ressalta:

“Quem é convidado tem o interesse em ter acesso a nossa base de investidores. Temos clientes que investem nos fundos do Mobius, por exemplo. E os políticos também querem falar com esse público.”

Já a plataforma Órama faz suas lives em seu Instagram e já realizou transmissões até com um psicólogo financeiro, além de montar um cronograma com aulas de ioga ao vivo três vezes por semana. A empresa Modalmais organizou uma aula em libras para ensinar surdos a investir em renda fixa. No quesito startups, a Maya Capital, de Lara Lemann, filha do bilionário Jorge Paulo Lemann, criou uma agenda de lives exclusivamente dedicadas a este nicho, com o intuito de como gerir uma startup na crise.

Políticos

Por fim, os políticos tem gerado sucesso às lives do mercado financeiro. Um exemplo é uma conversa com o ministro da Economia, Paulo Guedes, que teve mais de 600 mil visualizações no canal da XP, o que equivale a 40% de todos os internautas atraídos pela corretora de investimentos nas últimas semanas. A página conquistou 32 mil novos assinantes em três após esta transmissão, e o vídeo teve grande número de comentários até meio de abril (1.300), sendo o mais comentado da história do canal, criado há oito anos.

Já entre os vídeos mais assistidos do BTG Pactual Digital estão os com o vice-presidente, Hamilton Mourão, e com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

Fonte: Revista Época

*Foto: Divulgação

Home office pode crescer pós-pandemia se empresas se planejarem

Segundo especialista da FGV, home office pode crescer pós-pandemia, baseado em um estudo publicado em abril, que afirma que a prática do trabalho remoto deve aumentar em 30% no Brasil

Após dois meses de quarentena imposta pelo governo do país, em função do avanço da disseminação do novo coronavírus, muitas empresas brasileiras precisaram se adequar ao trabalho remoto, conhecido mais como home office.

Com esta nova realidade, surge a dúvida de como ficará a economia após o período de isolamento passar. E, naturalmente, vem à mente como ficará o mercado de trabalho pós-pandemia.

Home office pode crescer pós-pandemia

De acordo com um estudo publicado em abril deste ano, realizado por André Miceli, coordenador do MBA em marketing e inteligência de negócios digitais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), aponta que o método de trabalhar em home office deve crescer pós-pandemia, mais precisamente em 30%, em todo o país.

No entanto, para que esta mudança aconteça as empresas já estão se preparando desde já, segundo Thamille Rodrigues, diretora de gestão de pessoas da Allonda, companhia de engenharia focada em soluções sustentáveis:

“Nós já estamos nos preparando para que os aprendizados que temos tido na quarentena sejam aplicados na retomada.”

Ela ressalta que hoje 70% da equipe dos escritórios está em trabalho remoto e a empresa pretende ter na fase pós-pandemia 50% do seu quadro de pessoal de escritório atuando na modalidade ‘flex Job’, que significa trabalhar até dois dias por semana em modo home office.

Diagnóstico de cargos

O sucesso do trabalho home office, para esta empresa, está em manter a performance dos profissionais e a fluidez da comunicação entre as equipes, além do planejamento da transição da companhia para esse regime. Com isso, foi criado um diagnóstico detalhado que avalia os cargos, áreas e perfis de cada funcionário. E será com base neste resultado que serão identificados os elegíveis para o trabalho remoto, conclui Thamile:

“Para a Allonda essa flexibilização tem a ver também com sustentabilidade, já que atende ao tripé econômico, social e ambiental. O estudo nos permitirá ter escolhas que serão positivas tanto para a empresa como também para os próprios colaboradores.”

Durante a pandemia de Covid-19 surgiram dúvidas de empregadores e empregados quanto a como ficaria a questão de bater o ponto em modo home office. E outra questão debatida no início do período de isolamento social no Brasil foi sobre os direitos e deveres dos funcionários que estão trabalhando remotamente.

Planejamento das empresas

Para a consultora da Be Flexy, Flavia Gusmão, deve haver um planejamento que possibilite classificar os funcionários em três grupos: os que ocupam cargos e possuem perfis que atendem bem às exigências para se trabalhar de casa; os que precisam melhorar alguns aspectos observados; e aqueles que o cargo ou o perfil não apresentam condições mínimas suficientes para trabalhar home office. Com essa avaliação, a empresa consegue se organizar de modo mais assertivo, sem prejuízo à efetividade e produtividade.

Outro ponto observado para o crescimento do trabalho remoto pós-pandemia foi a questão da estrutura de segurança, como afirma o gerente de desenvolvimento humano da Allonda, Felipe Cavalcanti:

“Além disso, no retorno pós pandemia, baseado no que foi visto em outros países, serão determinadas recomendações mínimas de segurança como distanciamento físico. Com isso, não vamos poder ocupar todos os espaços de trabalho existentes e o trabalho remoto será imprescindível para estabelecer um rodizio de equipes para não criar a necessidade de adquirir um novo espaço físico. Além de promover um tempo livre para os colaboradores, economizando o tempo de deslocamento para o trabalho.”

Guerra ainda complementa sobre a questão de disciplina dos empregados em esquema home office, o quão é importante a pessoa ter capacidade de desempenhar o trabalho em casa, mantendo os prazos exigidos. E finaliza que recursos físicos, que englobam equipamentos e mobiliário adequados também são considerados neste tipo de avaliação.

Fonte: JC Concursos

*Foto: Reprodução / Freepik

Enem 2020 tem inscrições prorrogadas até 27 de maio

Quem optar por fazer a prova do Enem 2020 de modo presencial não poderá se inscrever também na edição digital

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2020) foram prorrogadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que é uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação (MEC).

Enem 2020 com inscrições prorrogadas

Agora, o estudante tem até o dia 27 de maio para realizar a inscrição. É importante lembrar que o participante que optar por fazer o exame de modo presencial não poderá se inscrever também na edição digital. E logo que concluir o processo, não poderá alterar sua escolha.

Para efetuar a inscrição, basta entrar na Página do Participante por meio deste link. Na edição 2020 será obrigatória a inclusão de foto atual do participante no sistema de inscrição. A imagem deverá ser usada como forma de procedimento de identificação do estudante na hora da prova.

O valor da taxa de participação do Enem 2020 continua R$ 85, que deverá ser paga até o dia 28 de maio, por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU).

O acesso deve ser feito por meio da Página do Participante. Neste ano, será obrigatória a inclusão de foto atual do participante no sistema de inscrição, que deverá ser utilizada para procedimento de identificação no momento da prova. O valor da taxa de inscrição permanece R$ 85, que deverá ser pago até 28 de maio, por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU).

Estrutura

Mesmo com a prorrogação da inscrição, a estrutura do exame permanece inalterada, ou seja, ficou mantida a aplicação de quatro provas objetivas, compostas de 45 questões cada, além de uma redação em língua portuguesa. Na hora da inscrição, o participante deve selecionar uma opção de língua estrangeira (inglês ou espanhol).

Em relação aos requerimentos e justificativas de ausência na edição anterior devem ser realizadas pela internet, também pela Página do Participante. vale ressaltar que a aprovação da justificativa de ausência no Enem 2019 e do pedido de isenção de taxa de inscrição para o Enem 2020 não quer dizer que a inscrição foi efetuada. Com isso, os participantes devem acessar o Sistema Enem e se inscrever para atual edição do exame.

No Enem 2019 houve uma polêmica que envolveu notas erradas de participantes e uma série de reclamações dos mesmos.

Prova desta edição foi adiada de 30 a 60 dias

Ontem (20), o Inep e Ministério da Educação (MEC) decidiram que o Enem 2020 será adiado de 30 a 60 dias em relação ao que estava previsto nos editais, publicados em março deste ano. As novas datas ainda não foram anunciadas.

Tal decisão acontece após o Governo Federal questionamentos judiciais cobrando o adiamento da prova, em decorrência dos efeitos gerados pela pandemia do novo coronavírus no país. Entre as consequências está o fechamento de escolas públicas e privadas durante o período de isolamento social.

Fonte: JC Concursos

*Foto: Divulgação

Sai segunda parcela do auxílio emergencial

Segunda parcela do auxílio começa a ser paga nesta segunda-feira (18); confira o calendário

A partir desta segunda (18), passa a ser paga em todo o país a segunda parcela do auxílio emergencial no valor de R$ 600. A estimativa é que mais de 50 milhões de cidadão recebam o benefício. Recentemente, também foi incluído na lista de contemplados as mães solteiras e que sejam menores de 18 anos. Na última sexta-feira (15), foi divulgado o calendário de pagamento desta parcela.

Segunda parcela do auxílio

Após o pagamento da primeira parcela, encerrado na primeira semana deste mês, segundo novas datas para saque publicado em abril, a espera agora se concentrou na segunda parcela do auxílio.

As novas datas para a segunda parcela foram divulgadas no Diário Oficial da União no dia 15. No total, o auxílio emergencial foi dividido em três calendários: o primeiro para quem integra o Bolsa Família, o segundo para quem possui Poupança Social e o terceiro destinado aos demais brasileiros e também a quem prefira fazer o saque do dinheiro em espécie da Poupança Social.

Vale ressaltar que as datas variam conforme a o dia do nascimento ou o número do NIS de quem foi inscrito no auxílio emergencial.

Calendários

Para quem integra o Bolsa Família, as datas de saque são as seguintes: 18 de maio para NIS 1; 19 de maio, NIS 2; 20 de maio, NIS 3; 21 de maio, NIS 4; 22 de maio, 25 de maio, NIS 6; 26 de maio, NIS 7; 27 de maio, NIS 8; 28 de maio, NIS 9; e 29 de maio, NIS 0.

Para os que possuem Poupança Digital (uso digital), a segunda parcela do auxílio será paga nos dias: 20 de maio (nascidos em janeiro e fevereiro); 21 de maio (nascidos em março e abril); 22 de maio (nascidos em maio e junho); 23 de maio (nascidos em julho e agosto); 25 de maio (nascidos em setembro e outubro); e 26 de maio (nascidos em novembro e dezembro).

Por fim, para os que têm Poupança Digital (saque em espécie) e demais públicos, as datas são: 30 de maio (nascidos em janeiro); 1º de junho (fevereiro); 2 de junho (março); 3 de junho (abril); 4 de junho (maio); 5 de junho (junho); 6 de junho (julho); 8 de junho (agosto); 9 de junho (setembro); 10 de junho (outubro); 12 de junho (novembro); 13 de junho (dezembro).

Outros bancos

Outros 50 bancos poderão realizar o pagamento da segunda parcela do auxílio, caso a pessoa não queira receber pela Caixa Econômica Federal. Entre as instituições, estão o Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Santander, Nubank e Banco Inter. Confira aqui a lista completa.

Além disso, os saques também poderão ser realizados pelo Banco 24 horas (neste caso específico, custará R$ 4,90 ao usuário).

O objetivo dessa alternativa é diminuir as filas e, consequentemente, as aglomerações nas agências da Caixa, que também estão abrindo aos sábados para agilizar o processo, no dia 9, 680 agências funcionaram das 8h às 12h.

Quem não fez sua solicitação, ainda dá tempo

Quem não fez ou não havia conseguido realizar a solicitação do auxílio emergencial, ainda é possível fazer o pedido. Segundo o governo federal, mesmo que o usuário peça o benefício depois do pagamento da segunda ou terceira parcela, ele receberá todo o dinheiro ao qual tem direito. No entanto, o prazo final para solicitar a renda básica é até dia 2 de julho de 2020.

Quem tem direito ao auxílio emergencial

Em função da pandemia gerada pelo novo coronavírus, desempregado, trabalhadores autônomos, pessoas sem renda fixa, informais, mães solteiras (de acordo com requisitos) e microempreendedores individuais (MEI) brasileiros vêm enfrentando dificuldades financeiras desde então.

Inicialmente, foi aprovado pelo Congresso o pagamento de três parcelas no valor de R$ 600. No entanto, já existem conversas para que e análises para o auxílio emergencial seja estendido por mais tempo.

Fonte: Portal Concursos no Brasil

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