Mais de 200 hackers serão recrutados em evento

Evento para seleção de hackers será realizado no dia 23 de novembro, em São Paulo, a partir das 9h e é considerado o maior festival hacker da América Latina

A cidade de São Paulo sediará no dia 23 de novembro, o maior festival hacker da América Latina. O evento Roadsec terá 24 horas de programação dedicadas ao recrutamento de mais de 200 vagas para hackers, em companhias como TV Globo, Itaú, LOFT e Axur.

Hackers – localidades das oportunidades

As chances de um novo emprego para os hackers estão concentradas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Tais localidades são especialistas nas áreas de desenvolvimento de software, aplicativos e plataforma de dados, além de analista de segurança da informação e analista de engenharia de TI.

A organização sem fins lucrativos de segurança da informação, (ISC)², divulgou um estudo que estima que a área de cibersegurança terá uma lacuna de 185 mil oportunidades de trabalho até o fim de 2020.

Carência de mão de obra

Para Anderson Ramos, diretor de tecnologia (CTO) da empresa organizadora do evento, a Flipside, o evento Roadsesc promoverá a chance de conectar companhias que são carentes de mão de obra especializada aos hackers qualificados para tal função. Em entrevista à revista EXAME, ele explicou:

“Aqui temos desde entusiastas pela área que possuem o conhecimento técnico necessário. mas não atuam profissionalmente, até profissionais que preferem atuar de forma pontual, como freelancers ou em programas de recompensas que pagam por falhas encontradas, sem um vínculo empregatício formal.”

Perfis variados

As empresas participantes do festival hacker reconhecem que nem todos os interessados nesta área possuem graduação. Portanto, os recrutadores devem procurar diversos perfis, mas que tenham ao menos experiência em analisar e explorar falhas em sistemas em segurança. Ramos complementa:

“Currículo é importante como uma formalidade do processo de seleção, mas os contratantes estão mesmo atrás de avaliar conhecimento especializado e identificar perfis que tenham encaixe cultural com seu ambiente de trabalho.”

Profissionais de destaque do mundo todo

O festival Roadses receberá profissionais de destaque, além de especialistas do mundo todo. Entre os nomes que merecem reconhecimentos, estão Cleber Brandão, líder de engenharia de cibersegurança do C6Bank, e Peiter “Mudge” Zatko, hacker e especialista em segurança de computadores e redes.

Além disso, os participantes que almejam as vagas destinadas a hackers ainda terão acesso a oficinas de realidade virtual (com uso de óculos); pilotagem de drones por celular; caneta e impressora 3D; e ao campeonato brasileiro de invasão de sistemas.

Informações do evento de hackers

O festival Roadses São Paulo promoverá sua sexta edição, no dia 23 de novembro, a partir das 9h, na Audio, situada à Avenida Francisco Matarazzo, 694, no bairro da Barra Funda.

Os ingressos podem ser adquiridos pelo site do Eventbrite e custam entre R$ 140 e R$ 280.

Para outras informações, basta acessar o site da Roadsec.

Fonte: revista EXAME

*Foto: Reprodução / Getty Images

Por que ser perfeccionista pode ser prejudicial ao trabalho?

É preciso tomar cuidado em uma entrevista de emprego ou já contratado dizer que se considera uma pessoa perfeccionista.

O que é ser perfeccionista?

Quando uma pessoa demonstra ser perfeccionista ou afirma ser desse modo em um ambiente de trabalho, é preciso que ela saiba identificar o que isso significa na prática. Em primeiro lugar, uma característica comum de quem se julga assim é sempre se defender dos feedbacks que recebe e acha que tudo que é dito a ela é uma crítica pessoal.

Além disso, a pessoa também se acha capaz de trabalhar sozinha e não equipe, por pensar que desenvolve um trabalho melhor que o restante de sua equipe. Também costuma querer agradar todo mundo e, consequentemente, anula seus próprios desejos. E um dos piores casos é que não sabe lidar com falhas, pois acha que precisa ser perfeita em tudo e por estar acostumado a sempre se autocriticar acaba enxergando só defeitos em qualquer coisa e em seus colegas de trabalho.

Todos estes fatores acima são considerados por especialistas como atos de pessoas perfeccionistas. No entanto, o que antes poderia ser listado como uma qualidade, hoje pode se transformar em um sinal de alerta ao funcionário.

Estudos

Sobre o tema, os pesquisadores Andrew Hill e Thomaz Curran das universidades de Bath e York St. John, no Reino Unido, realizaram estudos de meta-análise com base nos indicativos de perfeccionismo registrados entre 1989 e 2016. Esta foi a primeira investigação a comparar a tendência entre gerações. Eles conseguiram verificar aumentos expressivos entre os recém-formados no Canadá, Estados Unidos e Reino Unidos.

Já outra pesquisa realizada pela norte-americana Katie Rasmussen, na universidade de West Virginia, revela que duas em cada cinco crianças e adolescentes são perfeccionistas. Em sua opinião: “Estamos começando a falar sobre como caminhamos para um caso de epidemia em saúde pública”.

Em ambos os estudos, há um fator importante, que mostra que a população não está se tornando melhor sucedida, e sim que está ficando doente pelo excesso de perfeccionismo.

Em relação a quem estabelece altos parâmetros, que é o caso de estudantes, atletas e trabalhadores. Estes mostram uma pequena ou nenhuma vantagem em comparação àqueles que não estipulam. Já as pessoas que manifestam o perfeccionismo mal adaptado podem sofrer da doença de bournot.

Saber identificar o que é dedicação de perfeccionismo

Estudos revelam que há dois tipos de perfeccionismo. O primeiro é o adaptativo, que é considerado saudável, em que a pessoa demonstra motivação por novas conquistas, além de possuir muitas metas e disciplina para atingi-las. Já o segundo, diz respeito ao mal-adaptativo, que é perigoso e faz mal à saúde. Neste tipo de perfeccionismo o indivíduo nunca está feliz com seu desempenho, pois suas metas na verdade são irreais. Eles acreditam que tudo em suas vidas devem desempenhados com absoluta perfeição e não admite que algo possa ser impossível para ele. A autocobrança também impera neste cenário e se mostra uma pessoa controladora, o que impacta negativamente em suas relações profissionais e pessoais. É importante que a pessoa saiba perfeccionista saiba identificar se todo este empenho vale realmente a pena.

Como a pessoa perfeccionista pode ser prejudicada?

Não importa o grau de perfeccionismo que pessoa tenha, é de suma importância que ela esteja alerta às consequências disso tudo, entre as quais: excesso de atividades ou procrastinação por medo de realizar tarefas e fracassar; dificuldade em aprender com os próprios erros, o que atrapalha sua evolução; dificuldade em aprender com os próprios erros, impedindo sua evolução. Portanto, qualquer um desses casos, a pessoa deixa de adquirir conhecimento e evoluir e transforma sua vida em estresse e excesso de sobrecarga.

Além disso, as pesquisas também identificaram que quanto mais a pessoas for perfeccionista, maior será sua chance de desistir de algo, em função de sentir-se frustrada. No entanto, há a possibilidade do profissional ter algum sucesso. Porém, sua saúde estará debilitada já, fazendo com que pegue leve e volte uns passos para trás. E aí vem a pergunta: valeu a pena todo este sacrifício?

Há cura?

Isso de muitos anos, quando estamos na escola e existe classificação para tudo por meio de provas e notas, até chegar ao competitivo mercado de trabalho. Em ambos os casos, o medo de falhar impera. Errar virou algo inaceitável e por isso as pessoas entregam sua alegria e saúde em trocar de ser mais assertivo, e isto é humanamente impossível. E acabamos entrando em círculo vicioso em busca da perfeição.

Se a pessoa falha, ela se sente culpada e ainda pensa que deve ser penalizada por isso. Portanto, cabe ao profissional procurar ajuda e se reeducar sobre o que é ser uma pessoa perfeccionista num âmbito saudável, e também a empresa precisa fazer o mesmo para que seja criada uma nova perspectiva inclusiva e saudável para todos.

Fonte: revista Você S/A

*Foto: Reprodução

Governo muda regras trabalhistas

Com as regras trabalhistas alteradas, empresa pequena poderá ter só um banheiro

Publicado no mês passado, o governo federal realizou uma mudança nas regras trabalhistas, no que tange às áreas de segurança e saúde no trabalho, conhecidas como NRs. O objetivo foi reduzir as exigências para as empresas, em relação à higiene e conforto, além de multas em casos de infração e interdição de locais de trabalho.

Alteração de regras trabalhistas

Para se entender melhor, pode-se tomar como exemplo as pequenas empresas, com no máximo dez trabalhadores. Nestes espaços poderá haver apenas um banheiro. Além disso, vestiário será obrigatório somente se a firma exigir o uso de um uniforme.

Em matéria publicada pela UOL no mês passado, a advogada trabalhista Alessandra Wasserman Macedo explicou como funcionarão as mudanças dessas regras trabalhistas. Ela adiantou que agora tais normas ficaram menos complexas.

Conforto e higiene

O governo modificou regras trabalhistas no quesito higiene e conforto dos funcionários, que já constava na NR 24. Elas foram alteradas por estarem desatualizadas, pois trata-se de normas publicadas em 1978 e que hoje, 41 anos depois, não se aplicam mais.

Portanto, deixa de valer a obrigatoriedade de que as janelas dos alojamentos de empregado sejam de madeira ou de ferro, além da exigência do uso de lâmpadas incandescentes. Naquela época, a regra estipulava até o tipo de tinta a ser utilizada nas paredes dos banheiros, por exemplo, afirma a advogada.

Já sobre o banheiro, as companhias que contam com até dez colaboradores poderão ter apenas um banheiro individual, para uso comum de todos os sexos. Porém, desde que respeitada a intimidade. Antigamente, era preciso ter um banheiro feminino e um masculino.

As regras trabalhistas também foram alteradas sobre o tamanho desses banheiros, assim como os vestiários e refeitórios, que devem levar em consideração a quantidade de funcionários do turno com maior número de empregados, e não mais o total de trabalhadores da companhia.

A partir de agora, será cobrado somente a obrigatoriedade da firma possui um vestiário se exigir que seus funcionários vistam roupas específicas, como uniformes. Antes, era exigido ter o local para trocar a roupa em empresas com mais de 50 colaboradores.

Redução de multas

Com as alterações nas regras trabalhistas, na parte da NR 28, o total de multas possíveis que podem ser aplicadas a companhias foi diminuído. Antigamente, havia aproximadamente 6.800 probabilidades de multas, agora este número despencou para 4.000, de acordo com informações do governo.  

O Ministério afirmou ainda que este número é a somatória de infrações possíveis de todas as áreas da economia. Portanto, uma única companhia não está sujeita a 4.000 multas. Um exemplo disso é que no setor de construção civil existe 600 itens aplicáveis, enquanto que no setor de mineração são 534.

Locais interditados

Conforme as novas regras trabalhistas, na parte da NR 3 que tange os embargos e interdições de locais de trabalho, estas foram reforçadas em relação às medidas emergenciais que devem ser adotadas comente em situações de risco, como acidentes ou doenças graves ligadas ao trabalho.

Alterações das regras trabalhistas devem seguir

As modificações no texto de três NRs foram publicadas no Diário Oficial da União no dia 24 de setembro e foram assinadas pelo secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho.

Com estas alterações, chegaram a seis o número total de mudanças nas regras trabalhistas, em relação à segurança e saúde dos funcionários realizadas pelo Ministério da Economia. As três primeira foram publicadas em agosto. O governo ainda afirmou que deve continuar com uma “ampla revisão” de todos os textos das 36 normas vigentes.

Fonte: UOL

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Nubank é a startup mais desejada para se trabalhar no país

Saiba o por que deste motivo, além das remunerações oferecidas a dez cargos na fintech Nubank

A fintech Nubank tem crescido e se desenvolvido cada vez mais desde que se instalou no Brasil. Além disso, recentemente, a empresa ficou mais uma vez entre as melhores no ranking de startups mais desejadas para se trabalhar no Brasil.

Sobre isso, o CPO da companhia financeira, Renee Mauldin, disse em comunicado oficial logo após o resultado do ranking ter sido divulgado:

“Mais do que a tecnologia, nossa cultura e as pessoas são os verdadeiros responsáveis por trazer o Nubank até aqui”.

Por que o Nubank é tão desejado?

O CPO acredita que a startup ser tão almejada por outras pessoas do mercado de trabalho pode estar relacionada à autonomia dada a seus colaboradores, gerando fortes talentos. Aliás, esse é um dos requisitos de classificação dos ranking LinkedIn Top Companies, além do interesse de pessoas que entram na plataforma referente às vagas do Nubank, e também do engajamento dos usuários com a fintech e seus funcionários.

A lista da rede social voltada ao mercado de trabalho traz 25 companhias privadas sediadas no Brasil com menos de sete anos de atuação e que tenham no mínimo 50 colaboradores.

Mais pontos positivos

Entre outros pontos positivos do Nubank relatado por seus funcionários e ex-funcionários está a questão de liberdade, que avaliaram a startup de forma anônima no portal Glassdoor Brasil, espaço onde um engenheiro de software da empresa em São Paulo disse:

“Bastante autonomia em decisões e também na rotina de trabalho, liberdade para experimentar e aprender com erros, diversas oportunidades de crescimento”.

No total, a fintech recebeu mais de 460 avaliações na plataforma, onde 96% disseram que recomendaria a empresa de modo positivo a um amigo que estivesse interessado em trabalhar lá.

Portanto, quem quiser tentar a sorte de entrar para o quadro de colaboradores do Nubank no Brasil e que ainda possui escritórios na Argentina e no México, basta entrar no site de Carreira da companhia e se candidatar.

Salário de 10 cargos do Nubank

De forma anônima, alguns usuários revelaram salários de dez cargos dentro da fintech. As informações vieram tanto de colaboradores atuais quanto de ex-funcionários do Nubank e foram divulgadas pelo Glassdoor:

Cargo Salário Médio Número de salários informados
Engenheiro de software R$ 10.334,00 38
Business Analyst R$ 7.200,00 35
Analista de relacionamento R$ 2.226,00 26
Costumer Experience Analyst R$ 2.627,00 19
Jovem Aprendiz R$ 977,00 12
Brand Manager R$ 9.602,00 12
Business Architect R$ 11.099,00 11
Estagiário R$ 2.653,00 10
Product Manager R$ 11.305,00 9
Cientista de dados R$ 17.966,00 6

Fonte: revista Carreira S/A

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Qual é o perfil de quem trabalha na bolsa de valores B3?

Única bolsa de valores do Brasil é uma junção da BM&FBovespa (Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo) com a Cetip (Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos) e que foi criada em 2017. Desde então, a companhia conhecida como B3, em virtude das letras iniciais: Brasil, Bolsa e Balcão.

Bolsa de valores B3

Segundo a gerente de Carreira e Diversidade Halina Matos, a bolsa de valores B3 está em fase de transformação cultural. Em depoimento à revista EXAME, ela contou como funciona este processo na prática:

“Analisamos as fortalezas e os pontos de melhoria de cada empresa para criarmos uma cultura que tivesse a cara dos funcionários e que focasse no melhor que uma união dessas pode trazer. Cocriamos a nossa causa e nossos valores, além de repensar processos e criar práticas que fortalecessem isso, como o dress code e horário flexíveis, ainda pouco vistas no mercado financeiro”.

Qual o perfil de um trabalhador da bolsa de valores brasileira?

Não é apenas o perfil de quem trabalha na única bolsa de valores do país que interessa. Também é importante notar como estas pessoas conseguem ser admitidas para este tipo de cargo, além de como deve ser o dia a dia de quem atua no mercado financeiro e se tem regras a seguir para se destacar entre os demais colegas.

O Carreira S/A da revista EXAME conversou não só com a gerente Halina, mas também com a estagiária Jennifer Agg de Souza.

A publicação verificou quais são as habilidades técnicas e comportamento dos candidatos a uma vaga na bolsa de valores B3.

Sobre isso, Halina explicou:

“Damos as oportunidades para que nossos profissionais se desenvolvam sempre por aqui, mas é preciso que cada um assuma a responsabilidade por sua carreira e esteja sempre disposto a evoluir e a aprender”.

Ela ainda ressalta que é fundamental o colaborador da bolsa de valores brasileira ter sede conhecimento e de aprender coisas novas. Pois, segundo ela, a B3 é um mercado que modifica com bastante agilidade.

Ambiente colaborativo

Em relação ao ambiente, a gerente afirma que é necessária a colaboração de todos. Para a empresa as relações humanas importam de verdade. Portanto, qualquer funcionário da bolsa de valores precisa querer construir e manter um bom relacionamento com seus colegas, “sempre de maneira aberta e colaborativa”, complementa Halina.

Para esta prática acontecer no dia a dia foi criada uma plataforma online de reconhecimento. O sistema gera milhas de acordo com sua utilização. Por fim, essa bonificação pode ser trocada por chances de crescimento na empresa.

Outro fator muito analisado na bolsa de valores é a pontualidade e qualidade da entrega do trabalho.

Dia a dia de um estagiário da bolsa de valores

Jennifer é estagiária do setor de Produtos de Informação da bolsa de valores B3. Mais precisamente, ela faz parte da equipe de desenvolvimento do DATAWISE, que é uma plataforma que integra análises descritivas do mercado financeiro. Além disso, a intenção do sistema é ajudar nas tomadas de decisões dos clientes (bancos e corretoras) em relação a investimentos.

Ela ainda explica que:

“Aqui na nossa área usamos o método Ágil, então quinzenalmente planejamos quais serão as entregas dos próximos 15 dias”, conta. “O que eu mais gosto no meu trabalho é que apesar de ter algumas atividades fixas, sempre existem tarefas pontuais pra entregar para o time ou para áreas parceiras, então todo dia é um desafio novo que sempre me ensina algo.”

Como é a atuação na bolsa de valores para quem está começando na carreira

Jennifer conta que foram os últimos meses como estagiária da bola de valores brasileira que realmente lhe deram embasamento sobre o mercado financeiro, além de como aplicar as estratégias aprendidas. Ela ainda ressalta que foi importante esse período para desenvolver produtos melhores e também para conhecer melhor as necessidades de seus clientes ao realizar visitas a eles.

Ela conclui que:

“Outro ponto importante é que por mais que seja estagiária nunca me senti menos ouvida, muito pelo contrário, sempre fui incentivada a expor minhas opiniões e ideias”.

Como é a fase de seleção da B3

Para a bolsa de valores nacional, é importante que o candidato possua inteligência emocional. A empresa ressalta que se houver empate entre duas pessoas, será priorizado a aderências aos valores e aspectos comportamentais. Sobre isso, ela é enfática:

“Para nós a atitude correta e ética é inegociável, assim como a proximidade e o foco no cliente – interno e externo. Também avaliamos isso nas entrevistas”.

Por fim, Halina diz que as oportunidades na bola de valores B3 não se restringem aos setores de engenharia e economia. Outras áreas também precisam de colaboradores formados nos cursos de: Administração, Comunicação, Direito, Psicologia, além das tradicionais Física, Estatística e Matemática.

Fonte: Carreira Você S/A

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Fintech PicPay tem mais 1.000 vagas abertas

Recentemente, a empresa abriu uma unidade em São Paulo e pretende triplicar seu tamanho até julho de 2020

A fintech PicPay, aplicativo de pagamentos, conta hoje com mais de 10 milhões de usuários e pretende triplicar seu tamanho até julho de 2020. Recentemente, ela divulgou que tem mais de 1.000 vagas abertas com previsão de preenchê-las até o fim de 2019.

A companhia agrega em uma única plataforma as funções de pagamento de contas e transferência de dinheiro. Com isso, ela ampliou os negócios em sua sede, na cidade de Vitória, no Espírito Santo, além de inaugurar um escritório em São Paulo.

Vagas

Em menos de um ano, a meta é passar de 500 funcionários para 1.600. No início de agosto, as vagas foram disponibilizadas no site do Kenoby, onde os interessados podem se inscrever. Até o final deste ano mais oportunidades serão inseridas no portal. Até dezembro, 250 profissionais devem ser contratados para a unidade de São Paulo e 300 em Vitória.

A empresa disse que apesar de ter aberto oportunidades em diversos setores, como controladoria, compliance, recursos humanos e relacionamento, há uma grande dificuldade em encontrar profissionais qualificados para a área de tecnologia. Hoje, as vagas para este setor são especialmente para os cargos de desenvolvedores, com 120 vagas.

De acordo com diretor de Pessoas e Cultura do PicPay, Dárcio Stehling, ainda há uma escassez de profissionais de TI, além da grande concorrência deste mercado.

Experiência

Para cada cargo, há uma exigência técnica. No entanto, isso não está ligado necessariamente a uma graduação específica. A seleção vai priorizar a alta capacidade que o candidato possui. Também será observado se a pessoa é comprometida com o trabalho, tem proatividade e vontade de aprender sempre. Além disso, para integrar o grupo de colaboradores da PicPay é necessário possuir autonomia na função e saber trabalhar em times multidisciplinares.

Benefícios

A fintech oferece a seus funcionários um pacote de benefícios, como assistência médica, vale refeição e vale transporte. Além disso, eles também recebem um vale cultura e têm direito a um programa de assistência financeira, jurídica e psicológica.

Ambiente de trabalho

O diferencial da PicPay está em seu ambiente descolado e que não possui regras de como o funcionário deve ir vestido. O espaço de convivência conta com redes para descanso, violão, frutas e café à vontade. A empresa também valoriza a diversidade, fato que é admitido por quase 95% de seus funcionários, de acordo com um levantamento interno.

Em declaração à revista Você S/A, o diretor da fintech disse:

“Quem trabalha no PicPay não ‘tem que ser’ nada. Aqui há espaço para que todos sejam a melhor versão de si mesmos. O reconhecimento vem pelo trabalho feito e pela capacidade de transformar a realidade ao redor”.

Fonte: revista Você S/A

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Veja as normas de etiqueta que jamais sairão de moda

Mesmo que hoje muitas empresas tenham maior flexibilidade com vestimentas, entre outros fatores, existem normas de etiqueta que jamais sairão de moda. E quem deseja se aperfeiçoar mais como profissional é bom seguir algumas destas práticas no dia a dia.

Quando a pessoa exerce um trabalho em uma grande empresa é preciso estar atento ao ambiente que o cerca. Isso diz respeito a construir bons relacionamentos. Não é necessário adorar o seu colega. Porém, tratá-lo com respeito e educação é o mínimo. Até esta pessoa por quem você não nutre tanta simpatia, possui sentimentos como qualquer ser humano.

Lidar com emoções

Saber lidar com as emoções em um ambiente corporativo ou até mais descontraído, como uma startup, é fundamental para o bom funcionamento de toda equipe. Além disso, é também ter uma boa reputação perante a eles.

Segundo a CEO da empresa Etiqueta Empresarial, Maria Aparecida Araújo:

“Existem cinco emoções primais do ser humano, e elas são as mesmas desde o tempo das cavernas: alegria, tristeza, raiva, medo, nojo e surpresa”.

Portanto, é aconselhável que a pessoa opte em demonstrar comportamentos que despertem mais a alegria de seus companheiros de trabalho. É bom evitar atitudes que possam desencadear danos aos demais.

Normas de etiqueta

As normas de etiqueta também dizem respeito à educação no ambiente corporativo em relação a não ferir a autoestima do outro. É manter uma boa relação com todos, mesmo que você não goste de determinada pessoa. É importante saber ouvi-la, pois ela pode ter ideias interessantes para dividir com todo pessoal. Tratar todos bem gera suavidade no local de trabalho e ainda lhe abrir portas.

Não ser o centro das atenções

Novamente, saber ouvir o que os outros têm a dizer é fundamental em relação às normas de etiqueta dentro de uma empresa. O local de trabalho não é um espaço para se autopromover no sentido de querer sempre se sobressair aos demais, não dando o devido espaço para que eles também contribuam para o sucesso da empresa. Segundo Maria Aparecida, as companhias apreciam mais os funcionários que sabem ouvir os demais.

Educação é tudo

Mesmo na correria do dia a dia em uma empresa é essencial a pessoa ser educada. É o que resalta a especialista em etiqueta contemporânea, Silmara Adad. Ela diz que o colaborador não deve se esquecer de dar um bom dia, pedir ‘por favor’, agradecer por algo e também se desculpar quando necessário. Ela conclui que sempre devemos demonstrar atenção ao colega. E isso não importa se o ambiente de trabalho é mais formal ou descontraído. A prática vale ainda para as mensagens de texto, tanto em e-mails como recados via WhatsApp.

Além disso, ser pontual e manter a palavra em é fundamental para construir uma boa reputação na empresa. Caso não consiga cumprir com algo, avise os responsáveis. Jamais deixe alguém esperando, seja em reunião, ou alguma parte de trabalho que dependia de você para ser concluído.

Saber ouvir uma crítica

É normal que um ambiente corporativo em algum momento ser chamado a atenção por algo que possa ser melhorado. No entanto, a pessoa que precisar chamar atenção de alguém deve fazer em particular, jamais na frente de todos com o intuito de humilhá-lo.

Na hora de chamar atenção, reservadamente, opte por dizer à pessoa que ela realizou um bom trabalho. Isso gera um ponto positivo para quem está ouvindo a crítica. Em seguida, diga que alguns pontos podem ser alterados de modo a melhorar o resultado. Por fim, adote uma postura que passe confiança ao outro no sentido de que ele é capaz e competente para desempenhar tais modificações.

Outro fator importante é em hipótese alguma falar mal de um colega pelas costas, pois pode ser prejudicado no futuro. Neste ponto, as especialistas são categóricas em dizer que se não tem nada que agregue para falar de alguém, simplesmente fique calado.

Vestimenta

Por mais que tenham empresas mais descoladas, como no caso das startups ou outro setores da economia, nem tudo é liberado. É preciso ter prudência ao se vestir. Ou seja, se vai a uma reunião em cliente, deve se vestir adequadamente.

No caso de bancos, já existem locais em que uso da gravata está sendo deixado de lado. No entanto, é preciso saber se isso diz respeito à função que desempenha neste local.

Além disso, é importante acatar regras ligadas aos sentidos, como: audição, olfato e tato, frisa Maria Aparecida. Quem quer se destacar em uma empresa não deve utilizar perfumes muito fortes. Também é bom evitar levar lanches com temperos acentuados, empesteando o ambiente. Cuidado com o hálito é fundamental e evitar cutucar as pessoas ao falar com elas. Por fim, se comunicar em um tom muito alto pode atrapalhar os outros funcionários, de acordo com a especialista.

Fonte: revista EXAME – Carreira S.A

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O que você faria se pudesse ser o líder da empresa por um dia?

Muitos gostariam de ser o chefe por um dia apenas para mandar nos outros, pensando ser esta a solução. Outros vão utilizar a oportunidade para entender como é ser um CEO de verdade. Mas afinal de contas: o que você faria se pudesse ser o líder da empresa por um dia?

A companhia britânica Odgers Berndston ajuda a desvendar este mistério. A multinacional que possui uma unidade no Brasil, na cidade de São Paulo, desenvolveu um programa chamado “CEOx1dia”.

A iniciativa possibilita que estudantes de qualquer curso superior do penúltimo ou último período possam ter a oportunidade de ter uma experiência de um dia habitual de 23 presidentes de grandes companhias do país. Durante essas horas, eles são ensinados a ser um líder, além de criar senso de responsabilidade e desenvolver uma carreira.

Criado há dez anos, o programa está presente em diversos países, como Inglaterra, África do Sul, Alemanha e Canadá. Aproveitando que a fase de inscrições e entrevistas no Brasil já aconteceu durante os meses de julho e até metade de agosto, o presidente da Cognizant no Brasil, uma das empresas participantes desta edição, João Lúcio de Azevedo Filho bateu um papo com a revista EXAME.

Como funciona o programa

Primeiramente, para participar do programa os candidatos devem preencher um formulário e enviar um currículo, além de responder à pergunta: “Por que você acredita que deve ser escolhido para participar do programa CEOx1dia?”.

O evento de 2019 contou com a participação de presidentes das empresas: Asics, Cognizant, Heineken, Hospital A.C. Camargo, Movida, Raízen, Roche e Sephora, entre outros.

Azevedo Filho afirma à EXAME que este programa é a chance única para um estudante entender os desafios mais complicados do universo corporativo.

O executivo explicou quais habilidades um jovem precisa ter para se um dia ocupar seu lugar.

Bate-papo

Segundo ele, é preciso que o candidato tenha:

“É fundamental ter motivação, disposição, energia e humildade para continuar aprendendo todos os dias. A Cognizant é uma organização global, presente em mais de 40 países, possui 280 mil colaboradores, dos quais 1.800 estão no Brasil. Por sermos uma empresa extremamente inovadora, bastante conectada com novas tecnologias e que atua ativamente na transformação digital de nossos clientes, precisamos também nos reinventar diariamente. Acredito que uns dos maiores desafios da minha posição é manter sempre a mente aberta para aprender e transmitir essa mesma motivação para toda a equipe.”

Além disso, ele destacou que o CEO que gostaria de acompanhar por um dia seria o Richard Branson, fundador do Virgin Group. A escolha dele por Brasnson é pelo fato do conglomerado ter mais de 20 companhias em diversos segmentos, como comunicação, mídia, serviços financeiros, saúde, transporte aéreo e até mesmo realizar viagens ao espaço.

Ele ainda ressalta que considera este gestor inovador, enérgico e ao mesmo tempo tem humildade para aprender algo novo. Azevedo Filho ainda destacou uma resposta que o CEO deu quando questionado sobre como seus negócios focam no cliente:

“Clientes não vêm em primeiro lugar. Os colaboradores da empresa vêm em primeiro lugar. Se você cuidar bem dos colaboradores, eles cuidarão bem dos seus clientes”.

Trocas

O presidente da Cognizant também respondeu quais são os aprendizados trocados entre os jovens e os executivos que participam do programa.

Ele acredita que para os jovens será algo único a ser vivenciado em um dia que você terá acesso a todo grau de complexidade que uma grande empresa enfrenta em seu dia a dia. Além de descobrir quais são os desafios que o gestor desta companhia também tem de lidar. A partir daí, estes profissionais conseguirão traçar os primeiros passos de sua trajetória corporativa.

Já em relação aos executivos, o CEO enxerga que é uma chance de conexão para que os mais experientes entendam também as angústias e expectativas que este público tem em relação à função que desempenhará.

Fonte: revista EXAME

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Como saber dizer seus pontos fracos em uma entrevista de emprego

Toda vez que as pessoas comparecem a uma entrevista de emprego já esperam pela famosa pergunta: qual seu maior defeito? E pensam como se sairão bem nesta resposta que não é nada fácil.

É importante identificar seus pontos fracos e apresentá-los de uma forma com que o recrutador se interesse pelo seu perfil.

Recentemente, o site BBC News colheu depoimentos junto à empresas de recrutamento, acadêmicos em pregadores. Com isso, traçou alguns passos para que os candidatos não passem mais apuros na hora de uma entrevista de emprego.

Segundo o diretor da empresa britânica de contratação de pessoal Reed Recruitment, James Reed:

“O que o entrevistador não consegue captar com precisão por meio de um currículo é a verdadeira personalidade de alguém. Ao perguntar ‘quais os seus pontos fracos’, na realidade ele está perguntando: ‘estão corretas as conclusões a que cheguei a seu respeito?'”.

Ele ainda acrescenta que fazer este tipo de pergunta ao entrevistado é um jeito de saber mais sobre seu caráter.

Ousadia pode dar resultados

Nesta hora é fugir dos clichês, como ‘sou perfeccionista’ e ‘muito exigente’. Essas respostas já são consideradas muito batidas pelos recrutadores.

E de acordo com a fundadora da HelloGrads, companhia de auxílio a recém-formados, Sophie Phillipson, batalhar para atingir objetivos e metas, além de ser exigente consigo mesmo ou prazos, não podem ser considerados defeitos. Sendo assim, o empregador acaba pedindo que o candidato mencione mais pontos fracos que realmente sejam de fato.

Ela mencionou uma resposta que enxergou como sua favorita uma vez em que uma entrevistada disse que seus defeitos eram tantos que nem sabia por onde começar o relato. No entanto, os recrutadores acharam graça em sua honestidade. Além disso, a jovem também admitiu ainda não estar pronta para assumir tal função. Porém, ela se preparou em relação a adquirir conhecimento sobre o tipo de profissional em que quer se transformar e estudou sobre o setor em questão. Sua atitude fez com que os entrevistadores a ouvissem e identificassem que ela soube transpassar inteligência emocional.

Phillipson diz que ser original e humano faz com que o candidato seja lembrado no intuito de conseguir um emprego.

Use relatos verdadeiros para explicar seus pontos fracos

Os recrutadores ressaltam que é importante ser verdadeiro neste sentido. Ou seja, cite exemplos da vida real para demonstrar seus pontos fracos e, ao mesmo tempo, diga o que está fazendo para superá-los. A ideia é tornar seu defeito um aliado para que aprenda a crescer em algo que não seja tão bom, mas que quer e tem vontade de aperfeiçoar.

Além disso, os entrevistadores encaram esta coragem como de uma pessoa autêntica e honesta.

Honestidade mas sem prejudicar sua imagem

Os especialistas em recursos humanos também ressaltam que é preciso ser honesto, mas sem se prejudicar. É saber dizer seus pontos fracos, porém sem ser clichê. Um exemplo é a pessoa dizer na hora da entrevista que seu maior defeito é se importar demais com o que faz no trabalho. Isso não é bem visto, soa falso.

Portanto, mais uma vez eles alertam a importância de ser honesto em admitir no que não é bom e saber identificar o que pode ser feito para melhorar este defeito.

Outro exemplo é se está concorrendo a uma vaga em que a empresa é considerada de um setor mais criativo e não possui estes atributos, você pode fazer com que esta companhia o enxergue como um aprendiz e que ela possa lhe formar neste quesito.

Prepare-se

Segundo o escritor John Lees, é importante a pessoa se preparar ensaiando as respostas que dará ao entrevistador.

Ele diz que o candidato pode decorar o que vai dizer a eles na frente do espelho ou até dizendo a um amigo de confiança.

Por fim, Lees afirma que jamais deve-se mencionar ao entrevistador problemas de relação com ex-colegas de trabalho; falta de atenção a detalhes e choques culturais que possa ter.

Fonte: BBC News

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O que os empregadores mais observam em candidatos a uma vaga

Hoje, o cenário é diferente de anos atrás, quando o que contava mais eram as habilidades técnicas do funcionário. Atualmente, uma empresa leva mais em consideração aquele trabalhador que possui mais habilidade humana no dia a dia. E antigamente esse funcionário mais ‘humano’ chegava a ser demitido pela falta de conhecimento técnico.

A junção de networking nas mídias sociais, incluindo o LinkedIn – maior rede social profissional do mundo, são plataformas essenciais para quem quer encontrar um emprego ou uma recolocação no mercado de trabalho.

Habilidades Interpessoais

Em inglês, habilidades interpessoais quer dizer ‘soft skills’. E é justamente esta condição que interessa mais às companhias neste momento. Além disso, se o candidato for das áreas de marketing, software e vendas, melhor ainda.

Uma pesquisa feita pelo LinkedIn registrou que mais de 90% dos recrutadores confirmam que as ‘soft skills’ valem tanto ou mais que as habilidades técnicas. Essa iniciativa pode auxiliar a checar como um profissional se comporta em determinadas circunstâncias. E isso vai além da empatia com outras pessoas.

Ainda sobre o estudo da rede social, cerca de 65% dos gestores responsáveis por contratar vendedores admitem que a ausência de capacidade interpessoal entre os candidatos restringe a produtividade da companhia. Para a área de vendas é essencial que o funcionário possua motivação e ambição para bater as metas. Isso sem deixar de lado qualidades, como confiabilidade e integridade. Além de também terem facilidade de adaptação, produtividade e foco no cliente.

Já os profissionais de marketing, segundo a pesquisa do LinkedIn, devem saber cultivar e gerar bom relacionamento com todos. Isso inclui as pessoas que trabalham interna e externamente com você. Na era digital, um bom atuante nesta área tem que saber contar boas histórias. Ou seja, o candidato desse setor deve ser capaz de desenvolver um ‘storytelling’ que prenda atenção, seja claro e motivacional. Além disso, as pessoas de marketing devem ser bastante criativos.

Na área de software, quem é engenheiro possui um talento muito buscado hoje em dia pelos recrutadores do LinkedIn. As ofertas em torno dessa profissão chegam a ser três vezes mais em comparação a outras. Em 2018, o engenheiro de DevOps foi o cargo mais requisitado.

Talento versus Competência Técnica e Interpessoal

No atual momento mais competitivo, encontrar um profissional que consiga unir talento, habilidades técnicas e interpessoais não tem sido fácil. Os recrutadores buscam candidatos que saibam trabalhar em equipe.

Todavia, os melhores funcionários são aqueles que gostam de corrigir erros por dias e digitar códigos, além de atuar em outros projetos. Mas também é observado se esse mesmo candidato quer sempre estar aprendendo algo novo. Pois esta condição é de suma importância visto que esta área está em constante evolução tecnológica, lançando tendências.

Cursos Online via LinkedIn

No site do LinkedIn é disponibilizado dois mecanismos com o intuito de desenvolver habilidades de comportamento. A primeira é o LinkedIn Learning, um espaço de cursos online da própria rede social. Por ela, os profissionais têm acesso a muitos cursos, dentre eles de hard e soft skills. A outra ferramenta é a Central de Aconselhamento Profissional, que não tem custo aos usuários que possuem conta no LinkedIn.

Portanto, hoje é mais fácil contratar um profissional que tenha habilidades humanas e que a empresa possa treinar suas capacidades técnicas.

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