R$ 17 bilhões de recursos do pré-sal serão distribuídos em 2020

O governo decidiu repassar parte dos R$ 17 bilhões pertencentes ao Fundo Social, que é mantido com recursos do pré-sal, para estados e municípios, em 2020.

A equipe econômica entende também que ao adotar esta medida ainda pode contar com um crédito extra vindo do leilão de petróleo.

De acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP), estes R$ 17 bilhões são apenas uma projeção da exploração do óleo para 2019.

Em porcentagem real, ainda não se sabe quanto desta verba será distribuída entre as cinco regiões do país.

Porém, de acordo com informações do jornal O Estado de S. Paulo, a ideia é chegar em pelo menos 70% durante os próximos 20 anos.

E sobrar 30% dos 100% do Fundo Social, que hoje pertence à União.

A curto prazo, o governo negocia baseado na Lei Kandir, a possibilidade de ajudar os Estados com mais injeção de dinheiro na intenção de antecipar as receitas, para que estes locais não fiquem em apuros num futuro próximo.

Essa projeção chamada de Plano de Equilíbrio Financeiro (PEF) pode ser a solução para que governadores consigam capital de giro e antecipem recursos.

Estes serão obtidos ao longo do mandato, como uma moeda de troca, enquanto os ajustes fiscais ainda não tiverem sido aprovados pelas Assembleias Legislativas.

DEBATE EM BRASÍLIA

Nas palavras do ministro da Economia, Paulo Guedes, a divisão dos recursos do pré-sal entre os Estados e municípios é como um “balão de oxigênio”.

Essa solução seria mais eficaz e diferente de apenas uma bonificação de assinatura em relação ao leilão de petróleo, que só ocorre uma única vez.

Já a obtenção de recursos por meio do Fundo Social dá a chance do caixa estar cheio todo mês, durante vários anos.

Os governadores de todos os Estados brasileiros devem ir à Brasília debater o assunto.

HISTÓRIA DO FUNDO SOCIAL

Criado em 2010 para ser uma espécie de poupança do governo, o Fundo Social tinha entre seus objetivos o de auxiliar o financiamento e desenvolvimento do Brasil quando a verba vinda do petróleo enfraquecesse.

Ainda no mesmo ano, graças ao acordo de cessão onerosa firmado entre a União e a Petrobras, foi permitido que a estatal explorasse cerca de 5 bilhões de barris de petróleo na Bacia de Santos.

Naquele época, a Petrobras desembolsou R$ 74,8 bilhões. Hoje, o governo espera que esta região possa render mais R$ 6 bilhões de barris.

Além disso, a União pretende fazer um leilão do volume excedente, previsto para acontecer no dia 28 de outubro.

*Foto: Divulgação

Deficiente físico: comprar carro com isenção de taxa é raridade

Mesmo com isenção de imposto, uma parcela pequena da população de deficientes tem acesso à compra de um carro zero nesses termos.

Com preços altíssimos, que podem chegar até R$ 70 mil, a maioria das pessoas com deficiência não conseguem adquirir um veículo específico para sua locomoção.

Apesar da isenção de taxa e outros benefícios, como IPVA quitado (em alguns estados brasileiros), o consumidor não tem a quantia necessária para usufruir desse bônus. Reconhecido em lei desde 1995, ele tange a renúncia fiscal de IPI e ICMS.

De acordo com o decreto, que também inclui na lista de pessoas com deficiência os portadores de síndrome de down, permite ainda que parentes condutores possam comprar um carro isento de impostos.

Nos últimos anos, as vendas de automóveis para este público cresceram substancialmente, além da oferta de novos modelos que proporcione maior conforto e agilidade no dia a dia.

Só em 2018, foram comercializados 264 mil veículos, de acordo com o consultor e especialista em veículos acessíveis, Renato Baccarelli.

Uma das defensoras da isenção é a senadora tetraplégica Mara Gabrilli (PSDB-SP), que também reconhece o direito dos surdos ao acesso a esses automóveis.

Para ela, os surdos dependem de um transporte público de qualidade como os demais, porém a realidade que eles enfrentam diariamente é outra.

Por isso, a inclusão necessária desse tipo de deficiência ao acesso de isentos de impostos na compra de automóveis seria pertinente.

*Foto: Divulgação

Nota Fiscal Paulista: Por que até compra cara gera pouco crédito?

Muitos consumidores devem se perguntar por que os créditos da Nota Fiscal Paulista já não garantem tanto retorno financeiro.

Os motivos são diversos, mas talvez o mais significativo deles que nem toda pessoa física sabia é: se muitas pessoas pediram a NF em um mesmo estabelecimento, a fatia de ganho individual é reduzida.

Além disso, o Governo do Estado de São Paulo modificou novamente as regras de gerador de créditos em 2017, o que a longo prazo contribuiu para a diminuição de rendimento de cada consumidor.

Atualmente, os percentuais determinados pelo governo paulista variam entre 5% e 30% para estabelecimentos de diversos segmentos.

CATEGORIAS MAIS PROCURADAS E SEUS PERCENTUAIS

  • 5%: supermercados, ópticas, lojas de departamento, papelarias e drogarias
  • 10%: lanchonetes, restaurantes e adegas
  • 20%: lojas de arte, lojas de conveniência e vidraçarias
  • 30%: livrarias, bancas de jornal, açougues e peixarias

QUAIS SETORES TIVERAM MAIOR REDUÇÃO

O governo estadual cortou mais taxas de setores que no passado ranqueavam os maiores pedidos de nota fiscal.

Estas medidas, de acordo com a Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo foram feitas para estimularem setores em que não era o comum solicitar o CPF.

São os casos de bancas de jornal e grandes livrarias em que houve um salto de 20% para 30% de procura.

Ao contrário dos supermercados e restaurantes, que caiu para 10%.

QUEDA DE 5 PONTOS PERCENTUAIS NOS PEDIDOS DE NOTA

Com a diminuição dos ganhos, muitas pessoas deixaram de pedir a NF nos estabelecimentos.

Entre 2015 e 2016, 35% da população solicitava o CPF nas compras. No ano passado este número caiu para 5%.

A Secretaria da Fazenda já esperava por esta queda e a considera normal, pois essas diferenças oscilam conforme os meses do ano, principalmente em períodos comemorativos, como o Natal, em que se exige muito mais a NF ao final de uma compra.

CÁLCULO DOS CRÉDITOS

Esse cálculo é feito mês a mês por cada estabelecimento e depende alguns fatores:

  1. Segmento econômico do estabelecimento.
  2. Valor da compra
  3. Número de pessoas que pediram o CPF na nota naquele estabelecimento
  4. Quanto o estabelecimento deverá pagar de ICMS para o Estado

PAGAMENTO DO ICMS

Cada estabelecimento deve recolher uma alíquota de ICMS.

Porém, é importante saber que se, por exemplo, uma livraria adquiriu R$ 10 mil em mercadoria e vendeu bem menos, não tem ICMS a ser recolhido neste caso.

Portanto, os clientes que fizeram compra naquele mês na livraria, terão seus créditos zerados, mesmo tendo pedido nota fiscal.

VALOR ALTO EM COMPRAS NÃO É SINÔNIMO DE MAIOR GANHO

Antigamente, quem fizesse compras de valores muito altos atingia um retorno financeiro melhor.

Hoje, com as mudanças de variáveis para esses ganhos, é impossível prever se o crédito gerado em um determinado mês será maior ou não.

*Foto: Divulgação

Petrobras: Sede administrativa em SP é desmontada e prevê demissões

Anunciada pela Petrobras no final de fevereiro, a decisão de encerrar as atividades da sede administrativa na capital paulista pode levar a uma demissão em massa.

Porém, a empresa pretende realocar parte do pessoal, mas admitiu não conseguir manter o total de 800 trabalhadores.

Deste número, cerca de 400 são empregados diretos da Petrobras, o restante é terceirizado, de acordo com dados fornecidos pelo Sindicato Unificado dos Petroleiros de São Paulo.

O escritório de SP chamado de Edisp está situado em um edifício na avenida Paulista, onde ocupa sete andares e abriga empregados que prestam serviços a unidades operacionais da empresa no estado e na região Sul, principalmente refinarias.

Segundo Costa, parte da demissão deverá ser voluntária. Os que permanecerem na capital paulista devem ficar em repartições compartilhadas.

A redução de custos visa uma estratégia global para diminuir a presença física em alguns setores e focar na geração de valor para os acionistas, que inclui priorizar o pré-sal.

A intenção da Petrobras é realocar parte do pessoal no Rio de Janeiro, fato que o diretor do sindicato paulista, Alexandre Castilho, discorda e solicita à companhia um estudo de viabilidade dessa opção.

A Petrobras possui quatro refinarias em São Paulo e duas no Sul do país.

No ano passado, a empresa tentou vender o controle das unidades da região Sul, porém, a ação não avançou após liminar do STF (Supremo Tribunal Federal) que condicionava a negociação sujeita à aprovação do Congresso.

Em janeiro, a empresa retomou o processo de venda, incluindo também frações em duas refinarias do Nordeste.

O projeto inicial previa se desfazer de 60% de duas novas corporações que controlam. Cada uma com duas refinarias, dutos e terminais.

Desse modo, a estatal repassaria a um parceiro privado cerca de 25% da capacidade nacional de refino.

OUTRO LADO

A Petrobras defende que a desapropriação do Edisp deve ser encerrada até junho e deve propor uma redução de R$ 100 milhões no decorrer dos próximos quatro anos.

Além disso, estudos estão sendo feitos a fim de determinar quais atividades são indispensáveis ao edifício paulistano e quais podem migrar para outros imóveis do estado ou até mesmo para a sede do Rio de Janeiro.

*Foto: Reprodução / Reuters – Paulo Whitaker

Nestlé começa venda de produtos sem canudo de plástico

A Nestlé entra para o time das empresas que vão abolir o uso do canudo de plástico em seus produtos. O primeiro que será comercializado desta forma é o Nescau Prontinho, bebida à base de leite e achocolatado.

Para implementar esta decisão no mercado, a marca vai lançar pacotes com unidades da bebida em duas versões: com canudos de papel biodegradável ou sem canudos. A expectativa é que os consumidores se acostumem com o uso dos tubinhos de papel, ou que criem suas próprias maneiras de consumir o produto.

A ação da Nestlé com o uso do produto Nescau dá início a uma parceria com o Projeto Tamar na intenção de criar campanhas de conscientização e preservação do meio ambiente.

A iniciativa é apoiar o projeto em pesquisas e criação de ações para que os consumidores tenham noção da importância de colocarem os canudos dentro das embalagens após o uso. Assim, evita-se a perda dos mesmos e o risco de não serem reciclados.

Plataforma de Inovação

A plataforma de inovação da Nestlé no Brasil, a Henri@Nestlé permitirá que start-ups enviem seus projetos com sugestões de como solucionar questões lançadas pela empresa. Os interessados podem se inscrever pelo site da empresa até o dia 7 de abril. Apenas cinco ideias serão contempladas e podem render um prêmio de US$ 50 mil para a sua implementação.

Sem plásticos até 2025

A Nestlé pretende usar outros tipos de objetos que substituam os canudos ainda este mês. A meta e compromisso da empresa com o meio ambiente envolve também eliminar todos os plásticos não recicláveis ou de difícil reciclagem de seus produtos pelos seis anos.

*Foto: Reprodução / Free Images – Stratsan

Quer um aumento de salário? Saiba por onde começar

Com mais de 13 milhões de desempregados no Brasil era de se esperar que boa parte dos profissionais reduziriam as suas pretensões salariais para preencher uma vaga. Mas saiba que é possível reverter esse cenário.

Para você pedir um aumento de salário ou uma promoção o Portal dos Órgãos Públicos separou 6 dicas para você voltar a receber mais.

1 – Analise o plano de carreira da empresa

Verifique como a empresa que você trabalha funciona quando o assunto é plano de carreira. Se ela oferece a possibilidade de crescimento esse é o gancho para aumentar a sua remuneração. Se o cargo de interesse é coordenação, por exemplo, você deve ter ou desenvolver o perfil de liderança.

2 – Pesquise como anda o seu mercado de atuação

Saiba como anda o seu mercado, verifique se ele está em expansão e quais são as remunerações de quem ocupa a sua posição. Entenda o nível do mercado e se ele está compatível com o que você ganha atualmente, assim é possível oferecer uma proposta justa para a empresa.

3 – Desempenhe bem o seu trabalho

Plano de carreira

Parece meio óbvia essa dica, mas ela é essencial para se destacar em meio a uma multidão de profissionais. No seu dia a dia mostra aos seus superiores o seu potencial de crescimento, independente do quanto você ganha mantenha a qualidade do seu trabalho.

4 – Peça feedbacks

Saber como você pode melhorar é um caminho importante antes de pedir um aumento de salário. Os tão temidos feedbacks podem ser aliados de uma promoção, com eles, é possível aumentar os pontos fortes para se destacar e melhorar os pontos fracos.

5 – Se aperfeiçoe antes de pedir um aumento

Antes de pedir um aumento de salário é preciso saber se você atende as expectativas dos seus superiores e, nem sempre, esse processo acontecerá do dia para a noite. O profissional precisa saber o que a empresa espera dele e se existe algo que ele está deixando passar.

Além dos feedbacks, faça também uma autoanálise antes de pedir a melhora da sua remuneração.

6 – Deixe o seu currículo atualizado

Fique de olho no mercado de trabalho, pode ser que a sua oportunidade de um salário maior não more na empresa em que você trabalha. Deixe o seu currículo e redes sociais sempre atualizados e caso tenha tentado um aumento salarial e não conseguiu tente uma oportunidade em outras empresas.

Confiança da indústria no Brasil recua

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), em setembro a indústria no Brasil registrou o menor nível desde outubro de 2017.  Além de um recuo na confiança do setor, as perspectivas para os próximos meses também não são positivas, isso se deve pela instabilidade do cenário político, tendo em vista, as incertezas da corrida presidencial.

O chamado Índice de Confiança da Indústria, ou ICI, caiu 3,6 pontos, atingindo 96,1 pontos no mês de setembro, sendo o menor valor em menos de um ano, segundo a Fundação Getúlio Vargas.

Indústria no Brasil

Segundo declaração dada a Reuters por Tabi Thuler Santos, coordenadora da Sondagem da Indústria da FGV/IBRE, essa queda está diretamente ligada a uma instabilidade natural, que acontece durante os períodos eleitorais. Ainda segunda ela, existe uma disseminação negativa por quase 75% dos segmentos e em todos os indicadores que compõem o Índice de Confiança da Indústria.

Os resultados negativos do Índice de Confiança da Indústria no mês de setembro, também tiveram influência na queda de 4,3 pontos do Índice Nacional de Expectativas do Consumidor, usado para indicar a tendência de consumo das famílias, que passou para 97,1 pontos.

Outro padrão que sofreu queda e impactou no ICI foi o Índice da Situação Atual (ISA), que recuou de 2,7 pontos e atualmente está com 95,2 pontos. Apesar desses dados, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI), dado que aponta o volume produzido pela indústria, cresceu 0,9 ponto no mês de setembro, indicando 76,9%.

Em todos os segmentos, o Brasil está envolvido por incertezas, a decisão de um novo Presidente da República pode mudar o rumo do que vivemos hoje para melhor, ou pior. Tendo em vista que a taxa de desemprego está elevada, além das dificuldades da indústria de engrenar, faz com que as empresas invistam menos, o que impacta em todos os índices vistos anteriormente.

 

Ricardo K e a Reestruturação de empresas

Nos momentos em que as finanças da empresa não vão bem e para evitar a temida declaração de falência, existe a alternativa da recuperação empresarial, especialidade do empresário Ricardo K. A reestruturação de empresas é uma iniciativa que procura recuperar companhias que perderam a saúde financeira e não conseguem se reerguer por conta própria, movimento que cresceu frente a crise econômica nacional.

Muitas pessoas acreditam que a reestruturação de empresas busca apenas o gerenciamento de colaboradores, considerando cortes e remanejamentos. Na verdade é um trabalho permanente de análise que demanda uma equipe especializada.

Geralmente a reestruturação de empresas consiste na criação, implementação, aprimoramento de sistemas, pessoas, processos, indicadores e informes gerenciais. Precisa ser realizado em parceria com empresas de consultorias que possuem experiência prática e são imparciais na solução.

Conheça a recuperadora de Ricardo K

Ricardo K e Reestruturação de Empresas
Fonte: Reprodução / jarmoluk

Recentemente, empresas como Bombril e PDG Incorporadora solicitaram o auxílio de uma consultoria especializada, devido a problemas de gestão e dívidas. A empresa escolhida para liderar esta mudança foi a RK Partners, recuperadora do empresário e economista Ricardo Knoepfelmacher, o Ricardo K.

A RK Partners já esteve à frente de grandes empresas como as de Eike Batista, por exemplo, e promete ser a aposta do governo brasileiro.

Ricardo K e reestruturação andam juntos. Ele tem um currículo de sucesso e um perfil negociador que atrai as empresas, como no recente caso com a Paranapanema, onde o sócio e fundador da RK Partners foi chamado para reestruturar as dívidas da empresa.

Fundada em 2014, a RK Partners de Ricardo Knoeplfelmacher é resultado do acúmulo da experiência de seus sócios. Atualmente, a empresa conta com 60 funcionários que possuem ampla experiência em projetos de reestruturação financeira e operacional.

Após fazer parte dos maiores processos de reestruturação de empresas já realizados no país, a RK Partners e Ricardo K apostam em empresas de médio porte para crescer ainda mais. Para isso, a empresa quer injetar dinheiro para ajudar a reerguer companhias que estão em apuros.