Concursos da Marinha: último dia para se inscrever

Termina nesta quarta-feira (27) o período de inscrições dos concursos da Marinha, para os interessados em ingressar no Corpo de Saúde (CSM). Foram lançados dois editais com a abertura de 146 vagas para médicos, cirurgiões-dentista, enfermeiros, farmacêuticos e nutricionistas, todos para ocupar o posto de Primeiro-Tenente.

O Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM) lançou dois editais, o primeiro traz informações sobre a contratação de profissionais para o Quadro de Médico e o segundo dos demais profissionais que vão compor o Quadro de Cirurgião-Dentista e o Quadro de Apoio à Saúde.

Após serem aprovados na seleção inicial, os concorrentes seguem para o Curso de Formação de Oficiais. Durante o curso, os candidatos à vaga de efetivação recebem R$6.625,00 e após a efetivação, os salários variam em torno de R$9.000,00. Estão previstos auxílio alimentação, assistência médica, odontológica e psicológica durante todo o treinamento e após assumirem o seu posto oficial.

Informações gerais dos concursos da Marinha

Informações dos Concursos da MarinhaFonte: Reprodução / Flickr Rob Schleiffert

Os concursos da Marinha vão selecionar entre homens e mulheres com menos de 36 anos, brasileiros natos, que estão em dia com as suas obrigações do Serviço Militar e da Justiça Eleitoral. O candidato não pode estar na condição de réu em ação penal e não ter sido nos últimos cinco anos.

Para os candidatos que são ex-integrantes de qualquer Força Armada ou de Força Auxiliar, não podem ter sido afastados por demição. Além disso, é importante ter concluído o curso superior relativo à profissão a que concorre, estar registrado ou possuir protocólo de inserção de registro no órgão fiscalizador da sua profissão.

Para as vagas oferecidas no Quadro de Médicos em esfera regional, o candidato deve possuir, obrigatoriamente, até a data do início do Curso de Formação de Oficiais, o certificado de conclusão do curso de residência médica em serviço credenciado pelo Ministério da Educação, ou o título de especialista reconhecido pela sociedade de especialidade médica pertinente.

Esses candidatos deverão ingressar na Marinha como especialistas, não estando previsto, na sua carreira militar, a realização obrigatória de cursos de pós-graduação à nível lato sensu, para fim de obtenção de título de especialista. Os médicos das forças armadas podem atuar também no Sistema Único de Saúde (SUS).

Como funciona a prova da Marinha?

A partir de 02 de agosto, os candidatos inscritos devem consultar a página do SSPM, para confirmar data, local e horário da prova. Para cada especialização será aplicada uma prova objetiva composta por 50 questões, que serão elaboradas com os conteúdos listados no anexo III dos editais.

A redação é separada por dois aspectos importantes: estrutura / conteúdo e expressão. No primeiro caso, são levadas em consideração a coerência e a coesão do texto, que valem 30 pontos, o título e o assunto escolhido valem 20 pontos, já expressão tem a maior pontuação, 50 no total.

Antes de começar a estudar, leia com atenção os editais de sua área de formação, neles, existem um anexo com os conteúdos que serão cobrados para cada área. Crie um planejamento de estudos prevendo a sua rotina até o dia de realização da prova.

Para se inscrever acesse www.marinha.mil.br ou vá até a Organização Militar da Marinha mais próxima. A taxa da inscrição é R$120,00.

Os órgãos públicos quanto à posição estatal

Um órgão público é uma unidade com atribuição específica dentro da organização do Estado. Os órgãos públicos não têm personalidade jurídica e são compostos por agentes que dirigem e compõem essa unidade, voltada para o cumprimento de uma atividade estatal designada.

Os órgãos públicos são classificados quanto a sua posição estatal, quanto à estrutura e atuação funcional ou composição. Neste artigo, será explanada a classificação dos órgãos conforme a hierarquia que eles ocupam na estrutura do Estado.

São classificados como órgãos públicos de posição estatal unidades independentes, autônomas, superiores e subalternas. Os órgãos independentes são aqueles provenientes da Constituição e eles representam os três poderes do Estado: Executivo, Legislativo e Judiciário. A Câmara dos Vereadores, o Congresso Nacional e os Tribunais de Justiça são exemplos dessa classificação.

Os órgãos públicos autônomos estão abaixo dos independentes na hierárquica e estão localizados na cúpula, participando das decisões governamentais. Essas unidades possuem autonomia em decisões financeiras e administrativas, os Gabinetes e as Coordenadorias são exemplos dessa categoria.

Seguindo a pirâmide hierarquica, abaixo dos independente e autônomos estão os órgãos públicos superiores. Essas unidades também possuem poder de decisão, tem controle e comando, mas precisam passar por uma aprovação dentro do controle hierárquico.

Nesse sentido, eles não possuem autonomia financeira e administrativa, mas têm importância na execução de planejamentos e soluções técnicas. São exemplos: Departamentos e Coordenadorias.

Os órgãos públicos subalternos estão sujeitos às unidades superiores e aos órgãos mais elevados na pirâmide hierárquica. Essa categoria não tem poder de decisão, nem autonomia técnica ou financeira, suas funções se limitam ao cumprimento de ordens. Como exemplo podemos citar o almoxaridado da Secretaria do Ministério da Fazenda e portarias dos prédios públicos.

Outras classificações dos órgãos públicos

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Fonte: Reprodução / Flyckr Rodrigo Soldon

Os órgãos públicos fazem parte da estrutura do Estado e das pessoas jurídicas que compõem a sua administração. Devido a complexidade estrutural dessas unidades, elas precisam ser classificadas em diferentes escalas estatais, que são definidas conforme a sua estrutura e funções desempenhadas.

Como foi citado anteriormente, os órgãos públicos também podem ser classificados quanto a sua estrutura ou pela atuação funcional ou composição. No primeiro caso, as unidades são divididas como simples e compostas e, no segundo, como singulares, ou unipessoais, e colegiadas, ou pluripessoais.

O órgão público simples, também chamados de unitário, possui essa nomemclatura por ser formado por um único centro de competência. Nessa unidade não existem divisões internas como no caso das portarias. Os órgãos compostos são formados por vários unidades menores, tendo como exemplo as Secretarias, que possuem coordenadorias, seção de pessoal, entre outros departamentos.

Os órgãos públicos singulares são aqueles que atuam e decidem pela manifestação de apenas um agente como o Presidente da República, o Governador de um estado ou um prefeito. Por fim, estão os colegiados, que são os órgãos integrados por vários agentes, a atuação dessa unidade depente da manifestação majoritária de seus membros. A título de exemplo estão: o Congresso Nacional, Conselho de Defesa Nacional, Tribunais, Câmaras de Vereadores, entre outros.